As minhas compras | Feira do Livro de Lisboa 2018

Opinião | Net Vendeur de Stéphane Plaza

 Classificação: 3 estrelas 

Net Vendeur
Autor: Stéphane Plaza
ISBN: 
9782749152974

Edição ou reimpressão: 11-2016
Editor: CHERCHE MIDI
Páginas: 153
Coleção: Grandes Narrativas
Classificação Temática: Humor

Net Vendeur de Stéphane Plaza
Apresento-vos o agente imobiliário mais distraído de sempre e que consegue tornar uma casa a cair de podre num casarão de sonho. 
Stéphane Plaza tornou-se no animador de televisão mais querido da tv francesa e também não é para menos. Com mais de 20 anos de experiência e a festejar 10 anos de "Maison à Vendre", Stéphane Plaza lançou-se agora para a escrita e também para o mundo das Bd's sobre a temática. Plaza é o homem dos 7 ofícios, basta ver o programa para perceber que ele faz tudo, até partir a loiça toda.


O livro não é mais do que um apanhado das várias emissões de "Maison à vendre" mas com dicas para quem está à procura de casa. Como é óbvio, este livro aplica-se ao imobiliário em França, mas de certeza que me irá a ajudar quando precisar. 

Cheio de humor e alguma cor, este é o livro para quem ama decoração e imobiliário. Antes que me esqueça, este senhor andou pelas ruas de Lisboa, pois uma das emissões foi filmada em Portugal. São cada vez mais os franceses que decidem vir para Portugal e o Sr. Plaza decidiu visitar-nos. Para quem perceba francês, convido-vos a ver o episódio - Recherche d'appartement. Para quem queira conhecer o imobiliário português a Tvi volta a passar o Querido, Comprei uma casa - é só uma versão rasca de Maison À vendre. 

Opinião | Nem Tudo Começa com Um Beijo de Pedro Sousa Pereira e Jorge Araújo

Classificação: 3 estrelas 

Nem Tudo Começa com Um Beijo
Autores: Pedro Sousa Pereira e Jorge Araújo
ISBN: 9789895551088
Edição ou reimpressão: 04-2005
Editor: Oficina do Livro
Páginas: 166
Classificação Temática: Livros em Português | Literatura Juvenil

Nem Tudo Começa com Um Beijo de Pedro Sousa Pereira e Jorge Araújo 
História construída a partir de uma reportagem feita por um dos autores (Jorge Araújo) em Luanda sobre as crianças que vivem nos esgotos, publicada no semanário "O Independente". O livro apresenta-nos o mundo como sendo uma casa, que tem Cave e Sótão. A Cave são os buracos do esgoto que servem de tecto a Fio Maravilha e a todos os outros meninos que não têm para onde ir. Na mesma linha alegórica, o Sótão é a cidade (que fica por cima do chão e por debaixo do céu). Tem basílicas grandiosas, mesquitas com crescentes dourados, pontes que ligam margens e vidas. E prédios com vista sobre a solidão, onde as pessoas se cruzam nos elevadores, dizem 'bom dia', 'boa tarde' mas não se conhecem. É num deles que vive Nuvem Maria, a menina dos cabelos de ouro. Fio Maravilha descobriu a paixão em Nuvem Maria. Mas era um amor impossível. Na Cave, Nuvem Maria não era desejada; no Sótão, Fio Maravilha não tinha futuro. Até que um dia um brutal terramoto destrói tudo e todos mata. Excepto Fio Maravilha. Impossibilitado de regressar à Cave, vagueia pelo Sótão e descobre, no meio dos escombros, Nuvem Maria. Partem de barco. Felizes para sempre. A narrativa é acompanhada por duas dezenas de ilustrações que, através de imagens, contam a história em paralelo. 


A última review literária aqui no blog saiu dia 10 de Maio... Que vergonha! Mas agora vamos lá endireitar a postura e manter este blog activo, tal como ele merece. 

Li este livro era eu uma jovem adolescente. Foi na aula de Língua Portuguesa (sim, a disciplina ainda tinha este nome) que a professora nos apresentou uma lista de livros onde todos tínhamos que escolher um e apresentá-lo. Lembro-me também de o ter feito com mais duas colegas de turma. 

Na altura, adorei a história e o romance que nela se envolvia, mas passados alguns anos a história para mim deixou de ter aquele entusiasmo.
Talvez a fase da adolescência tenha ajudado a gostar da leitura, mas se fosse agora não o voltaria a tocar. 
Não deixa de ser uma leitura agradável para um fim de tarde outonal, uma história de amor juvenil que todas nós gostamos.

Desafio de Novembro - Bons Vícios

Se vocês andam atentas aqui ao blog, sabem que decidi ter PT - Personal Trainer. Mas com tanto trabalho e sem tempo de ir ao ginásio lembrei-me de elevar o desafio. Com o nosso dia-a-dia utilizamos sempre o que é mais fácil e o que é mais cómodo. 

Aonde queres chegar? Escadas rolantes, elevadores e tudo que no põe mais preguiçosos! Quantas de vocês usam as escadas rolantes porque é mais cómodo? Quantas de vocês sobem pelo elevador por preguiça? Aquele tapete rolante na Marquês que anda tão depressa... Já perceberam a ideia?

Depois de uma colega de trabalho ter ficado 40 minutos pressa no elevador, percebi que:

1. Não quero ficar lá pressa;
2. Fico cansada só de subir até ao 4º andar;
3. A minha resistência física está uma merda.

Assim sendo, convido-vos a juntarem-se à minha pessoa e no mês de Novembro procurarem as escadas ditas normais e subirem. Tenho estado com atenção e quero vos mostrar certas realidades. Sim, no fim do mês vão ver fotografias de escadas e de alternativas saudáveis. Ainda ontem andei à procura de escadas normais para subir para o 1º andar no Louresshopping... Elas estão bem escondidas. 

Tim o que é que queres?

Vou fazer anos. Quantos não sei e quando pouco menos, mas segue a lista com montagens feitas à pressa. Este trabalho todo porque tenho amigas que me vierem perguntar -  Tim o que é que queres?


1. Fã de Afonso Cruz, este último livro veio mesmo em boa altura;
2. Plazamaniaca assumida;
3. Harry Potter é vida;
4. Já tenho o chapéu amarelo, agora falta mesmo o "The Bro Code"


1. Ricardo Araújo Pereira ponto
2. Marc Levy e as suas comédias românticas para o Inverno;
3. João Tordo é só a melhor coisa desta vida;
4. Se as músicas são de encher o ouvido, agora quero encher a vista;




1. Para jogar entre amigos;
2. Sou da velha guarda;
3. É sempre aquele sonho;
4. Parece-me ser um bom jogo;


1. A vida toda...
2. Se me querem pôr a chorar, é oferecer alguma coisa do GL;
3. Prometo não emprestar a mais ninguém a não ser à minha pessoa;
4. Da Luísa Sobral só espero magia.

No meu tempo não era nada disto #12


A miúda tem 11 anos. 
Têm uma maquilhagem do caraças. 
Fala em aproveitar a vida. Diz que está um nojo

Tenho 27 anos. 
Saio de casa sem maquilhagem. 
Aproveito a vida quando estou de folga. Eu sim, estou um nojo.

Oh meu buddha. Quando tinha 11 anos andava a fazer colecção da caderneta do Dragon Ball e o meu sonho era jogar futebol, mais alguém?

Esta frase é só o resumo do meu ano de 2018... e ainda vou a tempo de viajar, de conhecer novas pessoas mas sobretudo de saltar para novos desafios.
E vocês, o que me contam de novo?