Mostrar mensagens com a etiqueta Edições Asa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Edições Asa. Mostrar todas as mensagens
O Leitor de Bernhard Schlink - Ler faz bem #83
Classificação: 4 estrelas
Autor: Bernhard Schlink
ISBN: 9789724120096
Edição ou reimpressão: 11-2007
Editor: Edições Asa
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 7 mm
Encardenação: Capa mole
Páginas: 144
O Leitor de Bernhard Schlink
Michael Berg conhece Hannah Schmitz por mero acaso. Começam por ter um romance tórrido e às escondidas da sociedade. Mas de um dia para o outro Hannah sai da cidade sem dar qualquer tipo de explicação a Michael.
Michael foca-se nos estudos e tenta esquecer Hannah mas quando pensa que a esqueceu de vez, ela surge novamente no seu caminho. Michael decide perceber o seu romance enquanto Hannah é acusada de um crime.
Sinopse Wook
Durante o romance deles, fiquei com algumas dúvidas, o porquê dos banhos, das leituras, do facto de tudo ter uma ordem. O amor era verdadeiro mas ambos sabiam que não ia durar. Quando Hannah é promovida no trabalho desiste e vai para os Campos de Concentração e por aqui fica o amor.
Michael refaz a sua vida e estuda direito mas sempre com Hannah no pensamento. Quando a reencontra, sente necessidade de perceber tudo aquilo que passou com ela, mas será posto à prova. Terá ele direito de revelar algo que só a Hannah pertence? A leitura leva-nos a perguntar repetidamente o porquê de tantos segredos e se temos assim tanto direito de nos meter na vida dos outros, mesmo que os ajude. Os últimos capítulos levaram-me à loucura mas tal como o autor, reflecti sobre o assunto e talvez Michael tenha feito a escolha certa, mas talvez tenha sido movido pela raiva e pelo ciúme do passado. Hannah foi corajosa, pois é preciso ter coragem para admitir algo que não cometeu por causa de um segredo que tanta vergonha tem em revelar mas foi parva pois não devia ter vergonha por algo que não era de todo culpa sua. Este livro marcou-me e fez-me questionar sobre atitudes que outrora tive e que não eram de todo as mais correctas. Perceber se temos ou não direito de revelar algo sobre o outro, levantará sempre altas discussões onde ninguém terá razão.
O livro é pequeno mas não é, de todo, uma leitura leve.
Michael refaz a sua vida e estuda direito mas sempre com Hannah no pensamento. Quando a reencontra, sente necessidade de perceber tudo aquilo que passou com ela, mas será posto à prova. Terá ele direito de revelar algo que só a Hannah pertence? A leitura leva-nos a perguntar repetidamente o porquê de tantos segredos e se temos assim tanto direito de nos meter na vida dos outros, mesmo que os ajude. Os últimos capítulos levaram-me à loucura mas tal como o autor, reflecti sobre o assunto e talvez Michael tenha feito a escolha certa, mas talvez tenha sido movido pela raiva e pelo ciúme do passado. Hannah foi corajosa, pois é preciso ter coragem para admitir algo que não cometeu por causa de um segredo que tanta vergonha tem em revelar mas foi parva pois não devia ter vergonha por algo que não era de todo culpa sua. Este livro marcou-me e fez-me questionar sobre atitudes que outrora tive e que não eram de todo as mais correctas. Perceber se temos ou não direito de revelar algo sobre o outro, levantará sempre altas discussões onde ninguém terá razão.
O livro é pequeno mas não é, de todo, uma leitura leve.
Frases do caraças
"Não quero dizer que o pensamento e a decisão não tenham alguma influência na acção. Mas a acção não decorre só do que foi pensado e decidido antes. Surge de uma fonte própria, e é tão independente como o meu pensamento e as minhas decisões."
" Há coisas em que não podemos envolver-nos e às quais temos que nos negar, a não ser que nos custem a vida."
" ... sempre que se lê numa língua que não se domina e com a qual guerreamos, o resultado é uma estranha combinação de distância e de proximidade, esforçamo-nos por mergulhar o mais possível no texto mas não conseguimos apropriaemo-nos dele. Continua tão estranho como estranha é a língua em que está escrito"
"Afinal, eu sabia por experiência própria que a vergonha nos força a ter um comportamento equivo, defensivo, a ocultar e a simular as coisas, inclusivamente a ferir os outros."
" Talvez "tarde de mais" não exista, apenas "tarde", e "tarde" seja sempre melhor do que "nunca"?"
" ... sempre que se lê numa língua que não se domina e com a qual guerreamos, o resultado é uma estranha combinação de distância e de proximidade, esforçamo-nos por mergulhar o mais possível no texto mas não conseguimos apropriaemo-nos dele. Continua tão estranho como estranha é a língua em que está escrito"
"Afinal, eu sabia por experiência própria que a vergonha nos força a ter um comportamento equivo, defensivo, a ocultar e a simular as coisas, inclusivamente a ferir os outros."
" Talvez "tarde de mais" não exista, apenas "tarde", e "tarde" seja sempre melhor do que "nunca"?"
Reflecte sobre isto
"Imagina que alguém corre conscientemente para a sua ruína e que tu podes salvá-lo - o que farias?"
O rapaz do pijama às riscas de John Boyne - Ler faz bem #60
Classificação: 4 estrelas
de John Boyne
Tradução: Cecília Faria, Olívia Santos
Ano de Edição / Impressão / 2008
Páginas: 176
Edições Asa
ISBN: 9789724153575
Faixa etária: a partir dos 13 anos
O Rapaz do Pijama às Riscas de John Boyne
Bruno é um rapaz de 9 anos que vive em Berlim rodeado de amigos. Desconhece a realidade por ainda ser demasiado jovem. Devido ao trabalho do pai, Bruno tem de mudar de casa e ficar longe dos seus amigos. Habituado à cidade e à brincadeira, Bruno sente necessidade de conhecer e de procurar novos amigos. Através de uma janela de casa consegue ver uma cerca e por detrás dela há pessoas. Numa tarde. Bruno arranja coragem e vai até lá, afinal existem também crianças do outro lado. Bruno conhece Shmuel e dali começa uma amizade.
Ano de Edição / Impressão / 2008
Páginas: 176
Edições Asa
ISBN: 9789724153575
Faixa etária: a partir dos 13 anos
Bruno é um rapaz de 9 anos que vive em Berlim rodeado de amigos. Desconhece a realidade por ainda ser demasiado jovem. Devido ao trabalho do pai, Bruno tem de mudar de casa e ficar longe dos seus amigos. Habituado à cidade e à brincadeira, Bruno sente necessidade de conhecer e de procurar novos amigos. Através de uma janela de casa consegue ver uma cerca e por detrás dela há pessoas. Numa tarde. Bruno arranja coragem e vai até lá, afinal existem também crianças do outro lado. Bruno conhece Shmuel e dali começa uma amizade.
Sabem o filme "A vida é bela"? Ao ler este livro tive as mesmas sensações que ao ver o filme. É um livro simples com uma mensagem poderosa. Ver o holocausto através dos olhos de uma criança é sempre arrebatador. Senti raiva e nojo mas também senti cumplicidade entre os miúdos. Não é um livro com um final feliz, mas sim um livro sobre uma amizade improvável num tempo de ódio. Na minha opinião, este livro é para todas as idades e devíamos ler pelo menos, uma vez na vida.
Para os mais preguiçosos aqui fica o trailer...
Pontos positivos: Está no plano nacional de leitura.
Pontos negativos: O meu irmão está no 8º ano (supostamente é quando eles o devem ler) e a professora achou que não era necessário ler...
Subscrever:
Mensagens (Atom)


