A quem diga que não mereceu ganhar...
mas conseguiu provar, que os filmes a preto e branco, ainda conseguem ser bons filmes. Não são precisos grandes feitos tecnológicos, mas sim criatividade suficiente para captar a atenção do grande público. E antes de falarem, vejam o filme. Lá por ser a preto e branco, não significa que seja velho e desinteressante.
Por à prova aquilo que tanto custa a aprender
Depois de um desgosto amoroso, decidi por à prova a minha estupidez. Quero continuar com a minha vidinha e deixar de ser criança em certos assuntos. Um dos assuntos em causa é voltar a falar com ele, não pensem que é para voltar a sermos amigos, porque isso JAMAIS! O que quero realmente é olhar para a frente e dizer-lhe bom dia, mas só bom dia.
Hoje tive essa oportunidade. Olhei-o nos olhos, com um sorriso na cara e disse-lhe: Boa Tarde! E ele sendo cavalheiro, lá me respondeu: Boa tarde D. Tim. Não pude deixar de reparar que ele trazia um saco na mão, e com coragem lá lhe perguntei: Isso que trazes ai no saco... são tomates? Volta a ser cavalheiro e responde: Sim, são. Vi ali uma oportunidade de resposta e lá lha dei: Ainda bem, pois fazem-te falta. O que aconteceu a seguir, foi um momento de alegria para mim, pois superei o medo, mas para ele foi um momento de correria, pois ficou completamente corado e fugiu.
Eu disse que queria voltar a falar com ele, mas não disse que ia ser simpática.
Apesar de ter me ter magoado, não lhe guardo rancor, sei que a vida é feita de desgostos e este foi mais um. Ele era um amigo de infância, mas amigos há muitos e ele simplesmente não me merecia nem como amiga, pouco menos como namorada. Custou-me imenso, mas como diria a Adele I wish nothing but the best for you.
Pára e arranca
Quando estamos solteiras deparamos-nos com vários casos destes, casos ridículos que só são resolvidos aos estalos. Todas nós temos aquela amiga que se apaixonada pelo gajo errado, mas que sem ele não consegue viver. Mas afinal o que tem isso de errado, todas já caímos no mesmo erro tantas vezes.O problema é quando uma amiga pára e arranca com o namorado, ou seja, acaba e recomeça com ele.
De certeza que já estiveram naquela posição de mandar um grito à amiga, do tipo: tu só podes estar a gozar? Ainda há pouco acabaste com ele...
Mas como somos boas amigas, voltamos a dar o mesmo conselho, ele não te merece, deixa lá, vais arranjar melhor. A amiga faz orelhas moucas e volta a bater na mesma tecla. Tive uma amiga que acabava de manhã o namoro e à noite recomeçava. Dei-lhe conselhos, como todas as amigas o devem fazer, mas chegou-me a tratar mal porque dizia que eu tinha ciúmes (sim o facto de não namorar dificulta nos conselhos, até parece que é preciso um curso). Pois claro, a maluquice era tanta que coitada já mandava todos à merda, até parece que nós os amigos temos culpa destes relacionamentos auto-destrutivos. Acho que quando se chega ao ponto de se terminar um namoro, sendo a causa principal o pénis, ou o aspecto do gajo, percebe-se que nunca se deveriam ter envolvido. Hoje em dia, o que importa é ter namorado, caso contrário, não és normal. Não me venham com histórias, admitam lá que não sentem algo de errado pela vossa amiga que está sozinha e que não se põem a inventar: vamos lá arranjar um blinddate (não me voltam a fazer outra), mas voltemos ao que interessa.
Sempre disse e volto a dizer, se um relacionamento não dá à 1ª,nunca vai dar e se der, vai dar sempre barraca. O amor não foi feito para ser aos gritos. Amar é dar e receber, e quando há um pára e arranca, então é para esquecer. Deve ter sido a 1ª e última vez que me meti a dar conselhos a estas pobres raparigas, porque no fim de contas, nós não sabemos de nada.
Mas como somos boas amigas, voltamos a dar o mesmo conselho, ele não te merece, deixa lá, vais arranjar melhor. A amiga faz orelhas moucas e volta a bater na mesma tecla. Tive uma amiga que acabava de manhã o namoro e à noite recomeçava. Dei-lhe conselhos, como todas as amigas o devem fazer, mas chegou-me a tratar mal porque dizia que eu tinha ciúmes (sim o facto de não namorar dificulta nos conselhos, até parece que é preciso um curso). Pois claro, a maluquice era tanta que coitada já mandava todos à merda, até parece que nós os amigos temos culpa destes relacionamentos auto-destrutivos. Acho que quando se chega ao ponto de se terminar um namoro, sendo a causa principal o pénis, ou o aspecto do gajo, percebe-se que nunca se deveriam ter envolvido. Hoje em dia, o que importa é ter namorado, caso contrário, não és normal. Não me venham com histórias, admitam lá que não sentem algo de errado pela vossa amiga que está sozinha e que não se põem a inventar: vamos lá arranjar um blinddate (não me voltam a fazer outra), mas voltemos ao que interessa.
Sempre disse e volto a dizer, se um relacionamento não dá à 1ª,nunca vai dar e se der, vai dar sempre barraca. O amor não foi feito para ser aos gritos. Amar é dar e receber, e quando há um pára e arranca, então é para esquecer. Deve ter sido a 1ª e última vez que me meti a dar conselhos a estas pobres raparigas, porque no fim de contas, nós não sabemos de nada.
Amor eterno
Nunca fui dessas coisas, ou melhor, nunca acreditei nessas coisas.
Minto, acreditei sim.
Até há bem pouco tempo, tive o prazer de conhecer e de fazer parte da família do casal mais cómico e alegre do mundo. Tenho orgulho de dizer que são os meus tios e que chegaram até aos 65 anos de casados. Um amor incondicionável que faz lembrar uma boa comédia romântica.
Casaram-se com 16 anos lá na aldeia e tiveram 8 raparigas, isto porque o meu tio queria um rapaz e porque naquele tempo não havia grandes distrações.
Aquela família foi crescendo, hoje são mais de 20 netos e um número ainda não definido de bisnetos. A minha mãe está lá metida no meio, tudo porque os meus avós e os meus tios emigraram para a França juntos, o que tornou a família ainda maior. Algumas filhas por lá ficaram, mas eles regressaram à aldeia.
Quando chega o Verão, todos se juntam na festa da aldeia. Todos os anos, fosse Natal ou Verão, ia até à aldeia e visitava-os. A casa estava sempre cheia e cumprimentar todos era uma missão impossível. Quando nos sentávamos, o meu tio fazia o favor de nos obrigar a comer, até a mim, mesmo não tendo fome. Cortava o pão, o presunto e dava a todos, e nós bem o tínhamos que o comer.
Dei muitas gargalhadas com ele e com o meu avô, porque quando se juntavam era a paródia. Estavam sempre juntos, e juntos ficaram por várias décadas. Sim, estou a falar no passado... as memórias são mágicas, mas tudo tem um fim.
Aquela casa já não se enche de alegria, agora enche-se de memórias. Falta a voz dele, falta a presença dele, falta tudo. O Verão já não foi o mesmo, a casa apesar de estar lotada, a peça fundamental já lá não está.
Sempre foi aquele casal que admirei, sempre foi aquele o meu exemplo de amor eterno.
Oh! As férias acabaram? Mas voltam, não voltam?
Pois é, quarta está cada vez mais próxima e eu estou cada vez mais a mentalizar-me que vou voltar ao trabalho. Respira, respira. Vou estar outra vez com elas, e espero ter daqueles pequenos almoços deliciosos e cheios de energia. Para ser sincera a única coisa que me move são mesmo elas, porque senão nem lá metia os pés.
O que mete mesmo medo é facto de tudo estar a acabar, é o último ano que estudo e o mundo do trabalho mete respeitinho, não estamos para brincadeiras e tudo o que vier a rede é peixe. Ter uma nova rotina, ter novos objectivos.
Quando era criança o meu objectivo era juntar todas as cartas dos pokemon's e brincar com os meus amigos. Quando era adolescente era ir a todos os jogos do Slb, sair à noite, jogar playstation entre outras coisas... mas e agora? Qual é o meu objectivo? Acabar o curso é um deles, e depois? Não mete medo? Saber que posso não seguir a minha área, ter que emigrar ou até mesmo voltar à minha terra natal. Tudo isto é novo e tudo isto mete grandes decisões. Tudo isto deve ser bem pensado.
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