O meu avô

Ele preocupa-se mais com os outros, do que com ele próprio. Ele ri-se com tudo e com nada. Ele parece um rapaz pequeno no que diz respeito a brincadeiras. Ele é um homem trabalhador. Ele foge do telefone como eu fugo das abelhas. 
Ele não faz batotice a jogar ao Uno. Ele é o meu avô.
Porta-te bem, é o que ele me diz sempre. Eu bem tento, é o que lhe respondo. Não são as palavras que vão demonstrar a imensa gratidão que tenho para com ele. Se sou o que sou, é a ele que agradeço. Parabéns :)


Quando crescer quero ser como o meu avô.



Vamos Ler Harry Potter de J.K Rowling - Ler Faz Bem

Classificação: 4 estrelas (ambos)

Harry Potter e a Pedra Filosofal
Autora: J. K. Rowling
ISBN: 9789722325332

Edição ou reimpressão: 04-2002
Editor: Editorial Presença
Dimensões: 135 x 206 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 260
Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling 
No dia que faz 11 anos, Harry Potter recebe a visita de Hagrid, descobre que é feiticeiro e tem a oportunidade de ir estudar para Hogwarts. 
Conhece Ron e Hermione e juntos irão descobrir um mundo novo. Mas a vida de Harry não será fácil, pois que todos os seus problemas fossem os exames finais... O mal anda aí, e Harry terá os seus amigos para o ajudar.



A história já todos a conhecem, não faz sentido alongar-me. 
Reler Harry Potter já estava nos meus planos, mas a Chris deu um empurrãozinho à minha vontade. 
Digamos que nunca levei esta saga até ao fim. Foi preguiça que me deu. O meu gosto à leitura não começou com Harry Potter, lamento. 
Conheci este universo através dos filmes e fiquei-me por ai. Foi numa promoção Leve 2 Pague 1 que adquiri os 2 primeiros livros e lá comecei a ler... Mas sem fim à vista. Está mais do que na altura de acabar com esta saga. 


Harry Potter e a Câmara dos Segredos
de J. K. Rowling
ISBN: 9789722325691
Edição ou reimpressão: 04-2000
Editor: Editorial Presença
Dimensões: 136 x 206 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328

Harry Potter e a Câmara dos Segredos de J. K. Rowling
Harry está ansioso por voltar à escola mas antes, recebe uma visita inesperada de um elfo. Dobby deixa um aviso - Se Harry voltar a Hogwarts coisas más vão acontecer. - Mas ele quer voltar a ver os seus amigos. 
O regresso a Hogwarts não poderia ser mais atribulado e tudo piora quando algo surge escrito nas paredes da escolha, uma frase escrita com sangue.
Será Hogwarts um lugar seguro? O trio vê-se uma vez mais metido em sarilhos e aventuras. O perigo anda aí mas serão Harry, Ron e Hermione capazes de o enfrentar?


Sendo fã dos filmes, tenho a dizer que é a partir do 2º livro que se começam a notar diferenças. Todo o filme "Pedra Filosofal" segue a linha do livro, já na "Câmara dos Segredos", há detalhes que ficaram na obra literária. 
Confesso que a leitura é fácil e rápida, até rápida de mais pois ter de esperar até o próximo mês para ler a continuação me está a deixar ansiosa. 


The Undomestic Goddess de Sophie Kinsella - Ler Faz Bem

Classificação: 4 estrelas 

The Undomestic Goddess
Autora: Sophie Kinsella
ISBN: 9780593053850

Edição ou reimpressão: 06-2005
Editor: TRANSWORLD PUBLISHERS LTD
Dimensões: 160 x 240 x 35 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 409

The Undomestic Goddess de Sophie Kinsella
Samantha Sweetting é uma jovem advogada que vive para o trabalho. Sonha tornar-se sócia da empresa e está a um passo de o conseguir, mas o inevitável acontece. No meio da sua desorganizada secretária encontra um caso, e esse mesmo fará perder o cargo que tanto ambiciona.
Na loucura do momento, Samantha agarra nos seus pertences e foge. Apanha o primeiro comboio e começa a emborcar álcool como se isso fosse resolver o problema. No meio disto tudo, perde-se e quando dá por ela, está numa entrevista de emprego para empregada doméstica. 
Estando embriagada e não sabendo o que diz, acaba por aceitar o cargo. 
Sam irá reaprender a viver e a aceitar o destino que lhe foi traçado, mas terá Nathaniel, o jardineiro da casa, para a ajudar. Mas será que Sam está preparada para abdicar da advocacia? 

Sophie, minha cara Sophie, onde vais tu buscar tanta criatividade? É o segundo livro que leio da autora e não podia estar mais do que satisfeita. A Inês é que tem a culpa. Mal começo a ler o primeiro capítulo e dou por mim - C'um caroço, isto vai dar molho

Pontos Positivos: A história é simples e eficaz. Leve, cómica e seguida. Tudo está bem estruturado. Uma bela comédia romântica, sem grande lamechice. 
O inglês é fluído e de fácil leitura. 
Os patrões de Sam são aquelas personagens impossíveis de não amar. Uns típicos saloios mas que lá no fundo são uns amores. 

Pontos Negativos: Fiquei com uma sensação agridoce no final. Aquela reviravolta podia ter dado noutra coisa.



Resistir à Tentação - Update 2






Diário de Bordo

Nem sei o que vos diga. Uma pessoa apanha-se com um ordenado fixo e dá nisto. Vou ter que parar de gastar de dinheiro assim, mas digam-me lá se não tenho bom gosto? A piada disto é que a minha mãe já me roubou t-shirts e a mala...

Conheci o clã Aveiro


Fui ao lançamento do livro da Kátia e da Dolores Aveiro. Sim, tirei fotografia com elas. Sim, falei com elas. E sabem uma coisa? A Dolores é tão simples que nem deve ter noção do filho que tem. A mulher pediu-me desculpa por ter uma letra feia. Achou piada ao facto de lhe ter pedido uma foto com "mães e filhas". Com a Kátia o cenário já foi outro. Não deixa de ser simpática mas não me vou alongar mais. A Elma é uma senhora, pensei que fosse nariz empinado mas nada disso. Perguntou se estavamos a gostar e para aproveitarmos para degustar o que iria ser servido. 

O evento decorreu na Fnac do Colombo. Houve degustação de bolos de mel (o meu irmão fartou-se de comer, pois cada vez que olhava para ele, ele estava com a boca cheia). A Kátia ainda lá soltou um fadinho mas calou-se logo para desgosto da minha mãe. Não estiveram presente famosos. Foi um evento simples e rápido. Não houve espaço para perguntas mas houve muito tempo para fotografias e conversa fiada.

O livro traz receitas boas e pode ser que faça alguma e publique aqui, mas isto só se vocês quiserem. 
Tenho os dois livros autografados e estou feliz. Posso não vir a conhecer o Ronaldo mas pelo menos já estive com a mãe. 

Os meus avós

Com ele a animação está garantida. Com ela vive a eterna certeza. Não podiam ser mais diferentes e não podiam ser mais felizes. Vivem um casamento que conta com mais de 50 anos e ainda andam às turras. Ela é a pessoa mais teimosa que conheço e acreditem que se ela lê isso, vai dar-me nas orelhas. Ele é a paz em pessoa mas sempre com um sorriso nos lábios.
Já perceberam de quem estou a falar, certo? 

Os meus avós vivem para trás do sol posto, mas estão sempre presentes. Ligo-lhes todos os dias - obrigada Meo pelas chamadas ilimitadas - ao ponto de já termos avariado um telefone. 
Com eles aprendi a lutar por aquilo que quero, aprendi que a vida custa mas que há sempre alguém a dar-nos apoio. 
Gosto de pensar que tenho em mim a teimosia da minha avó e o lado traquina do meu avô. 
Não gosto da ideia de um dia eles já cá não estarem, apesar de a minha avó estar sempre a lembrar-me disso. Sei que quando isso acontecer, eu não me vou aguentar... E só de pensar nisso já tenho lágrimas a escorrer pelo rosto.
Ter avós é a melhor coisa desta vida e os meus podem estar longe mas a distância não nos separa. Tudo o que me contam, eu absorvo. Todas as suas lições de vida depressa se tornam regras de vida. E por isso só tenho a dizer - Obrigada!

Feliz dia dos avós.

Lançamentos Leya - Julho


Lamento de Uma América em Ruínas
de J.D. Vance 
ISBN: 9789722063203

Edição ou reimpressão: 07-2017
Editor: Dom Quixote
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280

Memórias de uma família e de uma sociedade em crise.

Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise – a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. 

O Ilustre Peito Lusitano

de Maria João Lehning 
ISBN: 9789897417580
Edição ou reimpressão: 07-2017
Editor: Oficina do Livro
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160

Os primos Sãozinha e Emílio Vilarreal são emigrantes com estudos superiores e de uma família burguesa da zona de Cascais. As razões que os levaram a emigrar não foram apenas económicas, mas a necessidade de realização pessoal e de se libertarem de um mundo fechado com códigos a cheirar a bolor. Assim, a mala de cartão, dá lugar à mala made in China nitidamente mais leve e sempre pronta para viajar.
A diversidade de nacionalidades dos inquilinos do n.º 7 rua Antoine Vollon, dá um ar cosmopolita ao prédio. Há um russo; um árabe; uma japonesa; cabo-verdianos, os franceses e os portugueses: Emílio, Sãozinha, o Tó Zé e o senhor Joaquim, mais a sua Dalida. Aurora, a porteira portuguesa do prédio, assume o papel maternal e é o centro das relações entre os inquilinos. Apesar de perder o til, cada vez que mudava de país, Sãozinha dá mais uma volta na sua vida. Quanto a Emílio, recupera o equilíbrio perdido. É o princípio de uma nova emigração pontuada com outros sonhos.

A Maravilha Imperfeita

de Andrea de Carlo
ISBN: 9789722062282
Edição ou reimpressão: 07-2017
Editor: Dom Quixote
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352

Um romance que alterna o ritmo do rock, a ligeireza da comédia brilhante e a profundidade do tempo que tudo altera e modifica. 

Tudo se passa na Provença, no outono, quando as primeiras névoas húmidas se entrecruzam com um longo rasto de calor quase estival. As vilas e as aldeias vão-se esvaziando de habitantes e turistas. Não obstante, prepara-se ainda um grande evento – o concerto de uma célebre banda inglesa, em parte com fins humanitários e em parte para comemorar o terceiro casamento de Nick Cruickshank, vocalista e carismático líder do grupo. Fervilham os preparativos, integralmente organizados com pulso firme por Aileen, a futura mulher de Nick.
Na vila há uma gelataria cuja gerente é uma jovem italiana, Milena, que cria, pensa e experimenta gelados com uma tensão de artista. Milena vive há alguns anos uma relação sólida com uma mulher estável e forte, quase a compensar a evanescência dos gelados, a ponto de se ir submeter dentro de alguns dias à fecundação assistida – um importante passo que talvez não tenha decidido. Sem o confessar, sente-se insegura. Tal como Nick, que pergunta a si mesmo a partir de quando a sua relação com Aileen perdeu o encanto dos primeiros tempos. 
Assim se cruzam os destinos de um famoso rocker inglês e de uma rapariga italiana e, no decurso de três dias, de quarta a sexta-feira, tudo se acelera e precipita num turbilhão inevitável e entusiasmante.

O Último Amanhã
de Adam Croft
ISBN: 9789892339481
Edição ou reimpressão: 07-2017
Editor: Lua de Papel
Dimensões: 155 x 234 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272

Seria capaz de matar a sua mulher para salvar a sua filha?

Só quando Nick põe a filha na cadeirinha do carro é que percebe – esqueceu-se de trazer o desenho que ela tanto queria levar para a escola. Volta para casa numa correria, já está atrasado, deixa a miúda com o cinto de segurança posto, tranca o veículo, ou pelo menos pensa que sim. Procura o raio do desenho, encontra-o, regressa... Mas é tarde demais. No espaço de alguns minutos (ou terão sido segundos?), Nick vê a sua vida desabar. A menina, de cinco anos, não está no carro. Nem no carro, nem em lado nenhum.
Em capítulos alternados, narrados ou por Nick ou pela sua mulher Tasha, entramos na intimidade deste casal que vive nos arredores de Londres. Ele, escritor, pacato, meio distraído, ela mulher de negócios a fazer pela vida na City. Descobrimos o que os separa, mas também o que os une: o amor infinito por Ellie, uma menina muito especial.
E apercebemo-nos, crescentemente chocados, de que talvez haja um lado muito sombrio no passado de Nick, que justifique a mensagem que ele um dia recebe: 
A Ellie está bem. Pode tê-la de volta depois de matar a sua mulher. 

A Seca
de Jane Harper
ISBN: 9789892339443
Edição ou reimpressão: 07-2017
Editor: Edições Asa
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352

No calor sufocante do deserto, uma pequena vila é abalada por um crime inexplicável. Luke Hadler, filho da terra e amado por todos, matou brutalmente a mulher e o filho, tendo-se suicidado em seguida. Dos alegres retratos de família apenas sobreviveu a pequena Charlotte, de 13 meses.
Ninguém parece duvidar da explicação oficial para o crime exceto os pais de Luke, que tentam convencer o amigo de infância do filho, Aaron Falk, a manter a mente aberta a outras possibilidades. 
Aaron está relutante. Após anos de ausência, o regresso à terra natal está a revelar-se duro mas as memórias da infância partilhada com Luke falam mais alto. Embora dividido, ele aprofunda a investigação e, pouco a pouco, começa também a duvidar da acusação que paira sobre a honra do amigo. Mas há algo ainda mais assustador: estas mortes ameaçam desenterrar o velho segredo que ditou o fim da inocência de Aaron e Luke tantos anos antes. 
Sob um sol escaldante, a claustrofóbica vila assolada pela seca pulsa de tensão. Se Luke é inocente, estará o culpado pela morte da sua família a viver entre eles? Todos se conhecem e ninguém seria capaz de semelhante atrocidade. Certo?
Uma atmosfera intensa e vibrante que esconde um mistério surpreendente. O romance de estreia de Jane Harper é absolutamente imperdível.

Outras Publicações




Para mais informações clica aqui

As minhas compras na Feira do Livro - Ler faz bem


Vocês reagiram bem à minha pessoa, então aqui vai mais um vídeo. 
Todas as Terças e Sábados há vídeo novo no canal.
Agora digam-me lá, o que querem ver por lá? 

Obrigada pelos comentários fofinhos ;)

Pedaços da Tim



Tal como prometido, aqui está o vídeo de perguntas e respostas.
Agradeço já à pessoa que já pôs um dislike ;) 

Lançamentos da Editorial Bizâncio - Julho

Porque tem a Arte tanta gente nua?
de Susie Hodge
ISBN: 9789725305911
Nº de páginas: 96
PVP: 15,00 (com IVA)
Encadernação: Capa Dura
Formato: 19,5cmX23,5cm

A ARTE é tão CARA PORQUÊ?

PORQUE tem a ARTE tanta GENTE NUA?

Tanta FRUTA para QUÊ?

E porque nos SURPREENDE e PERTURBA a ARTE?

Com perguntas e respostas directas e divertidas sobre as artes visuais, desde a Arte Rupestre ao Cubismo, e do Renascimento à Arte Contemporânea, este livro ajuda os jovens leitores a perceberem melhor a arte e a interessarem-se por ela.


A minha pessoa é óptima a guardar segredos.
Contas-me hoje, amanhã já me esqueci. 

A Tim tem Insta Maio | Junho


1. Deixa-me lá ser uma Maria vai com as outras
2. Há irmãos e irmãos e depois existe o puto
3. PeddyPapper 2017


4. Sou uma criança muito feliz
5. A mudar hábitos 
6. Jantares especiais com pessoas assim assim


Quando os gajos do IAVE metem no exame este tipo de pergunta:

1. O que é que o autor quis dizer quando escreveu no texto a seguinte expressão " O João foi ao bosque e cagou azeitonas."

O que querem que eu responda? Ele foi ao bosque e cagou azeitonas ponto! 

O puto está a estudar para os exames e está a ser de rir...


O blogue vai sofrer fortes alterações.... Fiquem atentas!
Ah e já vos disse que vou fazer um vídeo com perguntas e respostas?
Quero as vossas perguntas!!!!


Nem todas as baleias voam de Afonso Cruz - Ler faz bem

Classificação: 3 estrelas 


Nem Todas as Baleias Voam
de Afonso Cruz
ISBN: 9789896651275

Edição ou reimpressão: 11-2016
Editor: Companhia das Letras
Dimensões: 145 x 228 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280

Nem todas as baleias voam de Afonso Cruz

Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.


Sinopse da Wook

Não vou falar sobre o livro, porque não gostei da história. Gosto muito do autor e da sua escrita mas desta vez não gostei. A meu ver falta-lhe alguma coisa ou talvez tenha lido na hora errada. Uma coisa é certa, vou voltar a pegar no livro quando tiver mais vontade, e ai sim, dou a minha opinião.

Más línguas e boas conversas - Ler faz bem

Classificação: 3 estrelas 


Más Línguas, Boas Conversas
Autora: Tânia Rei
Data de publicação: Janeiro de 2017
Número de páginas: 152
ISBN: 978-989-51-9148-2
Colecção: Palavras Soltas
Género: Crónicas
Idioma: Pt


Más Línguas, Boas Conversas de Tânia Rei
A Sinopse da Chiado Editora está tão gira que nem vou dar ao trabalho de escrever uma...

"Imagine que está sentado numa mesa de café com um grupo de amigos. Entre um trago e outro de bebida surge um assunto, aleatório e de senso comum, que é desenvolvido entre todos. Atiram ideias, expressam a sua opinião, e, inevitavelmente, riem.
No final, o Mundo não ficou melhor, não há conclusões arrebatadoras, não há certezas irrevogáveis. Apenas continua a haver uma mesa de café, que há-de albergar novos amigos, novas conversas, e novas visões sobre o que nos rodeia.
Assim é o conteúdo deste livro. Ao longo de quase três anos, Tânia Rei partilhou no Jornal Terra Quente e no informativo digital Notícias do Nordeste autênticas conversas de café, em devaneios que oscilam entre a crónica e o texto de opinião.
Puxe uma cadeira, e venha conversar. "


A Tânia é minha conterrânea, e como boa mirandelense lá fui eu espreitar o livro dela. A rapariga leva jeito para a coisa, tem cada reflexão do dia-a-dia que dá ares ao Ricardo Araújo Pereira. A autora aborda temas tão banais que torna a leitura leve e rápida

Já a lia no Notícias do Nordeste (o blogue dela) mas agora a moça lançou-se para a rádio, quereis ouvir? Carregai aqui.

Com a parceria de


Quereis fazer perguntas à minha pessoa? 
Chegou a hora, toca a fazer perguntas parvas à Tim.
#Estousemideias #Vemdaiumvídeo

Babysitting


Babysitting – Loucura Fora de Horas 
Classificação IMDB - 6,4 
2014

Sabem o filme a Ressaca? Imaginem em versão para putos.
É o dia do seu aniversário mas o seu patrão dá-lhe uma tarefa, fazer de babysitter. Franck desiste da festa mas os seus amigos inconformados com a ideia decidem levar a festa até ele. O resultado? Vejam o filme. 
E não, este não é aquele tipo de filme onde todas as piadas estão no trailer.



Um senhor entrou na loja a pensar que esta estava vazia e peidou-se.
Não consegui controlar e soltei uma valente gargalhada. 

No próximo sábado


Será que nos podem ajudar a escolher um nome para a nossa equipa?

Tim de Colleen McCullough - Ler faz bem



Classificação:  4 estrelas

Tim
Autor:Colleen McCullough 
ISBN: 9789722529792
Edição ou reimpressão: 03-2016
Editor: Bertrand Editora
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272

Tim de Colleen McCullough 
Ele é um jovem com uma incapacidade mental mas com um corpo invejável. Mary é uma solteirona que já se habitou à solidão. Conhecem-se por acaso. Ela dá-lhe trabalho e ele aceita. No meio de tanto convívio acabam por se apaixonar. Os pais de Tim aceitam mas a sua irmã acha que Mary se está a aproveitar da incapacidade do irmão. Estará a sociedade preparada para um romance destes?


A história é simples e a premissa foi bem colocada. A leitura deste livro leva-nos a reflectir sobre um assunto tabu. Será um verdadeiro amor ou um amor por pena? Quero acreditar que seja amor e que ambos sabem o que sentem. 
Apesar de Tim ter um atraso, isso não o impede de amar. Ser doente não significa não ter direito de amar e hoje em dia, estar ou ser doente significa viver sob a pena da sociedade. Eles também têm o direito de ser felizes e de amar e ser amados. 
No fim do livro há uma situação que deixa Mary encavacada, no entanto não a magoa - mas eu fiquei. Como é que há pessoas tão mal intencionadas. Não julguem as pessoas pela aparência ou pela sua incapacidade. Conheçam-nas primeiro antes de julgarem. 

5 provas que mostram que sou a pior blogger de sempre

Sou pessoa para me esquecer ou para fazer tudo de uma vez. Tenho andado a passear e a conhecer coisas mas não tenho relatado nada por aqui, o que mostra o quanto péssima blogger sou. Há dias a Sofia perguntou se poderia participar num post sobre livros. Aceitei. Ela lembrou-me e eu bem tentei não me esquecer. Esqueci-me!!! Escrevi no próprio dia, na loja, enquanto atendia clientes. Bem tento mas o tempo não dá para tudo, ou melhor, dá-me a preguiça.


1. Péssima "relatadora" - Não sei dar opiniões. Podem sempre esperar de mim relatos sinceros e concretos mas nunca muito extensos, quer dizer, se tiver num dia inspirador. Vocês dizem sempre - Oh Tim, eu ligo muito ao que tu escreves - mas sejam lá sinceras, esperam sempre mais, certo?


2. Posso ter posts agendados mas esqueço-me de os publicar - Neste momento tenho cerca de 20 posts escritos mas esqueço-me de os publicar. Ah mas há aquela opção de agendar no blogger - Já tentei usar e planear mas aquilo não publica.



3. Vou a eventos e não tiro fotos - Seja a jantar fora ou a um lançamento de qualquer coisa, não tiro fotos a nada e quando me lembro já me estou a ir embora e ponho-me a pensar - era giro eu partilhar isto com quem me segue. Mas também quem quer saber como foi o lançamento do livro da Dolores Aveiro.



4. Quando estava desempregada era uma coisa - Tinha tempo, tinha ideias. Agora nem ideias nem tempo. Ter ideias, tenho mas pô-las em prática é que é mais difícil.



5. Dou calinadas ortográficas - A menina que defende a arte de escrever bem também dá erros que por vezes me passam ao lado. A pressa, o cansaço ou até mesmo a minha burrice dá nisso. 

Quando vais à casa de banho


e ouves um som vindo do teu lado e quando olhas para o chão, vês uma poça de mijo a vir na tua direcção... #háhomenscommaispontaria

Tão simples
Tão pura
Tão verdadeira 

13 factos enervantes na blogosfera

Numa conversa tardia com a Sofia, começámos a abordar os problemas da blogosfera. Depressa percebemos que a conversa teria pano para mangas. Convidei a Sofia de "A Sofia World" para a minha parceira de crime e escrevemos um post que esperemos que chame a atenção, mas no bom sentido. Queremos saber a vossa opinião, sejam sinceros!!!! 


- Maria vai com as outras - Basta uma ter uma ideia genial que 20 vão logo copiar. Quantos blogues fazem "Favoritos do mês"| "Tags", cada um à sua maneira mas que à partida já sabemos que logo no princípio do mês será um dos posts. O que é de mais, enjoa. A blogosfera está cheia de copy paste. Quando se tem um blogue, o leitor espera criatividade. Se vais copiar a ideia de alguém deixa se ser criativo. Tal acontece quando cria um blogue e te pões a "copiar" posts.

- Parcerias + Parcerias - Uma verdadeira blogger quando começa um blogue é por vontade própria e não para angariar patrocínios. Quantos bloggers não andam por ai para ter coisas de graça. Olhem o que recebi em casa... Tão giro! Ando nesta vida há 10 anos e só comecei a ter parcerias o ano passado. Escrever por gosto não se compra. Uma coisa é implementar publicidade nos artigos - o caso da primetag - outra é impingir aos leitores. 


- O outfit do dia, todos os dias - Quem fala em roupa, fala em comida. Bloggers de moda não é bem a minha cena, mas postar todos os dias roupas diferentes e sempre bem vestidas. Sorry, mas não acredito. Passo a minha folga de pijama ou com roupa velha. Não acredito que vocês se maquilhem todos os dias e postem. Acredito que se vistam e se pintam e depois voltem a vestir a roupa velha. Não me atirem areia para os olhos. Querem uma prova? A Sofia diz o seguinte - este não me faz diferença, porque sei que é mesmo tirar 500 fotos num dia e ir postando enquanto se está em casa de pijama a comer porcarias. – A moça ganha pontos pela sua sinceridade.

- Ter um blog dá dinheiro - Caso não saibam, eu e a Sofia estamos a nadar em dinheiro. Para quem não nos conhece somos a máfia da blogosfera, fazemos tráfico de likes. Caros leitores, lamento mas não dá. O meu blog rende cerca de 1 cêntimo por mês. 12 cêntimos no fim do ano. Que loucura, vou comprar uma carcaça. 


- A frase das redes sociais vira post no blogue - A Sofia disse que se já o viu no twitter e achou piada, acabou ai. Mas não é isso que acontece. O tweet vira post. Um post com uma frase pode ser simples e inovador, mas ver a mesma frase 4 ou 5x perde a graça. Mais: nem tudo o que colocamos nas redes sociais tem de ir para o blog. Convém ter material adaptado a cada rede.

- Não ter tempo | Estou cansada - Escrever isto no blog uma vez por graça, tudo bem, mas repetir uma vez por mês. Oh honey, estás a abusar da paciência dos leitores. Queres ter um prémio por teres vida? No one cares! Há bloggers que se matam a trabalhar e não vêem para o blog a queixar-se da vida que levam. Isso e pedir desculpa por andarem ausentes por andarem com muito para fazer. Ninguém tem de pedir desculpa por ter vida, por fazer coisas.


- O que gostavam de ver por aqui - Então o blog é teu ou dos leitores? O trabalho é teu não é dos outros. Façam o favor de vir cá a casa fazer-me o trabalho e depois comentem em baixo, pode ser? 
Uma vez de vez em quando, tudo bem, é tipo estudo de mercado. Mas se estiverem sempre a perguntar o que gostavam de ver parece que não sabem ter ideias sozinhos.

- Mentalidades fechadas - Todos concordam com todos. Vocês não têm opinião? Se calhar têm preguiça de escrever o comentário. Se é para dizer concordo, mais vale estarem quietos. Aprendam a dar valor à vossa voz. 


- Bipolaridade blogueira - Com a bipolaridade não se brinca mas há pessoal que abusa. Se estás triste e vais pôr no blogue vais acabar por contar o que se passa mas se no dia a seguir dizes que estás super feliz então para que foi aquilo? 

- Posts sub-desenvolvidos – há blogs em que parece que a pessoa que o escreve tem medo de se expressar. Ninguém quer ler algo e ficar com a ideia de que aquela pessoa podia ter dito muito mais do que aqueles dois ou três paragrafozinhos.

- O espírito de equipa… e a falta dele – há uns anos, os blogs gostavam de ir partilhando um ou outro post de outros blogs, quando estavam bons ou achavam o conteúdo relevante. Agora parece que dar espaço a outro blog no nosso blog ou nas redes sociais é contraproducente. E não devia ser. Tal como não devia ser um problema escrever um post baseado no post de outro blog e, no final, incluir um link para o post original. Dizemos que a blogosfera é uma boa forma de partilhar coisas mas quando se trata de partilhar coisas boas de outras pessoas a história muda. (não precisam de partilhar este post só para se sentirem melhor, nós perdoamos!)


- Posts cheios de nada – Porquê, oh porquê? Por que insistem em fazer posts só para encher? Continuo a achar preferível um blog que fique uns dias sem publicar a um blog que vá colocar um post da treta (sem conteúdo, diga-se) só para encher. Isto é um blog, não é um teste de Filosofia onde o importante é meter palha. Vamos lá acalmar, ok? Ok!

- Comentários com muitos links e poucas palavras – Ora bem, quem é que gosta de receber comentários? E quem é que gosta de receber comentários em que a quantidade de links para o blog, posts e redes sociais do comentador ocupa mais espaço do que o comentário propriamente dito? POIS!

Quando vais no autocarro


e te sentas ao lado de uma senhora de idade e esta está a ler um artigo com o seguinte título "Serão os vibradores perigosos?". 

O meu pé de laranja lima - Ler faz bem

Classificação: 3 estrelas 

Autor: José Mauro de Vasconcelos
Colecção: Obras de José Mauro de Vasconcelos
ISBN 9789898491886
Edição actual: 13ª
Páginas: 208
Apresentação: Capa mole
Dimensões: 130 x 198 x 16 mm
Idade: 12+


O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos 
Zezé é uma criança sonhadora e irrequieta. Os pais não lhe dão atenção nenhuma e os irmãos por vezes dão-lhe cabo da cabeça. Apesar da pobreza extrema, Zezé não se deixa abater e sonha ser rico, mas até lá usa a sua imaginação. 


Sinopse da Booksmile

Lembram-se de vos ter dito que encontrei livros no papelão? Este foi um desses livros. 
O meu irmão leu-o, pois o livro faz parte do Plano Nacional de Leitura e acabou por gostar e eu fui atrás dele e li também. 
A história é simples. Zezé é um menino que usa a imaginação para ultrapassar a sua pobreza. É uma criança irrequieta o que lhe traz alguns problemas. Quando ele começa a ganhar juízo, uma tragédia dá-se. 
Fui para esta leitura com as minhas expectativas muito altas e desiludi-me, pois achei uma história fraca, a personagem do Zezé enervou-me ao ponto de querer desistir do livro. 

Estás aflita para ir fazer xixi e...



Encontras uma raspadinha com dinheiro na casa de banho....

A Tim tem Insta - Março|Abril


1. A nossa biblioteca
2. A minha indumentária 
3. As minhas leituras


1. Os meus tênis 
2. O meu cabelo
3. A minha indumentária
4. A minha tromba


1. O meu ídolo


30.04.2007





Estamos no ano de 2004. Tinha 14 anos e na altura não tinha Internet em casa. Acabei por engraçar pelo rapaz através da MCM. Fui conhecendo a sua história. Fui ouvindo a sua música. Quando a minha amiga foi a França, pedi-lhe se me podia trazer o cd. A moça não quis acreditar na alegria que me acabara de dar, ao entregar-me o seu primeiro álbum - Je deviens moi. Ainda me lembro como estava vestida e o que estava a jantar... Guardo essas memórias parvas.
Guardei o cd religiosamente. Ouvia-o vezes sem conta. Melhorei o meu francês graças a ele. As minhas escapadelas internauticas à biblioteca davam-se nos intervalos da escola, queria estar a par de tudo.
Assim foi durante 2 anos. Muita coisa mudou. Os amigos mudaram, tal como a escola. Vivia tempos felizes e mais feliz era quando outro single surgia. 
Dia 30 de Abril de 2007 a MCM passava um especial só com músicas dele - Top Legend - o que eu estava feliz da vida. Ingénua ao alto nível, aquilo já era um especial de memória, mas a internet ainda era uma coisa que não abundava por aqui. 
Andei feliz nessa semana até ao dia 04 de Maio. Faltavam 10 minutos para a aula prática de Macs quando a F' veio ter comigo. Perguntou se podia falar comigo à parte. Preciso que te acalmes, mas vais ter de ter muita força. O teu cantor faleceu na segunda. Eu só lhe respondo, tu estás a gozar. O rapaz vai lançar um disco novo, vi há dias na Internet. 
As lágrimas já corriam e a F' só teve tempo de me abraçar. Não me recordo da aula, mas sei que fiquei a um canto e que a F' só me disse - vais ficar aqui quieta, vais chorar à vontade e nem sequer vais fazer o trabalho, eu faço-o por ti, pois sei o que é perder um ídolo. Ela já conhecia a dor, pois o seu ídolo tinha morrido no ano anterior. 
Chorei até me doerem os olhos, e acreditem não é de todo agradável. Durante algum tempo andei em baixo, mas as minhas amigas tentavam animar-me, a Tim surgiu assim, de uma brincadeira em 2007. Acabei por ter Internet em casa em Junho do mesmo ano, e saquei tudo o que podia dele. Músicas, vídeos e artigos. Conheci melhor a sua doença e vi crescer a associação.

Perder um ídolo pode parecer estúpido, mas sem darmos conta é neles que depositamos a nossa força e a nossa admiração. Nunca, jamais em tempo algum gozem com os ídolos dos outros, sejam eles quem forem. Todos temos um. O meu era e é o GL. Esta é a minha história. Faz hoje 10 anos que Grégory Lemarchal morreu. E com ele, morreu uma parte de mim. 



A MCM acabou por deixar de passar os seus videoclips mas de vez enquanto lá passa um, e eu sinto-me novamente com 16 anos. Jovem, inocente mas sobretudo cheia de esperança.